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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Fabricantes preparam telas de altíssima definição para os smartphones

Por Rafael Gazzarrini em 17 de Julho de 2013

Fabricantes preparam telas de altíssima definição para os smartphones(Fonte da imagem: Reprodução/BGR)
Depois dos boatos de que a Apple pode estar preparando telas com tecnologia IGZO para a próxima geração de iPads e MacBooks, agora é a vez das suas concorrentes realizarem melhorias nos seus displays. Segundo informações de fontes internacionais, essas empresas podem estar trabalhando para elevar o nível de qualidade de imagem ofertado no mercado de smartphones.
Para que isso seja possível, parece que algumas empresas especializadas em chips (ainda não identificadas) estão construindo aplicações de processamento para melhorar a qualidade da imagem oferecida pelas telas atuais. Com isso, os futuros smartphones vão poder suportar uma resolução de até 2560x1600 pixels — média também conhecida pelo termo WQXGA.

Grande margem de evolução

Se os boatos se concretizarem e os esforços dessas companhias derem certo, é provável que a nova tecnologia esteja disponível para os compradores finais em 2014. Com isso, aparelhos de até 6,5 polegadas podem contar com uma densidade de pixels de até 534 ppi. Para você ter uma ideia da melhoria, o iPhone 5 conta com uma média de 326 ppi.
De acordo com as “predições” de Shawn Lee, da Display Search, é provável que os novos displays sejam anunciados na Mobile World Congress, que vai acontecer em fevereiro de 2014. O problema é que não há informações concretas de quais empresas estão atrás dessa melhoria ou em quais aparelhos ela seria utilizada.
Depois de ler tudo isso, você acha que uma grande novidade vai ser apresentada no ano que vem ou essas prováveis pesquisas não devem chegar a mudar o cenário do mercado atual?
Fonte: DisplaySearch BGR


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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Por captura ilegal de dados, Google terá que se explicar à justiça

Por Renan Hamann em 16 de Julho de 2013

Por captura ilegal de dados, Google terá que se explicar à justiça(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Em 2010, os carros do Google Street Viewestavam realizando varreduras em diversas cidades brasileiras, capturando imagens que posteriormente seriam aplicadas ao serviço. Pouco depois disso, a empresa de Mountain View assumiu publicamente — junto com um pedido de desculpas — que teria coletado dados de uma maneira não autorizada de diversas redes com as quais teve contato.
No pedido de desculpas, a empresa afirma que só teve acesso a dados de redes desprotegidas. Ou seja, qualquer tipo de rede sem fio que utilizasse senha não teria sido ligada aos carros da Google. Mesmo assim, a empresa de Mountain View terá que prestar esclarecimentos à justiça brasileira, e alguns detalhes bem importantes sobre a utilização desses dados terão que ser revelados.
Onde eles estão atualmente e o que foi feito com eles naquela época? A justiça brasileira precisa de respostas para essas perguntas e também quer saber qual é a natureza das informações colhidas pelos veículos. Dessa forma, seria possível saber se estamos falando de apenas dados de tráfego comuns ou se foram capturadas senhas, informações mais relevantes ou outros dados similares.
Por captura ilegal de dados, Google terá que se explicar à justiça
A liminar que obriga a Google a prestar esses esclarecimentos foi concedida no último dia 12 de julho, data em que foi publicada no Diário Oficial. A Google tem cinco dias úteis para responder à intimação ou então será multada em R$ 15 mil por dia. Ainda não há indicação de movimentação por parte da maior empresa de internet do mundo em relação ao caso.

Por que os carros coletam dados?

Essa é uma dúvida que pode estar presente na mente de muitos leitores. Por que a Google estaria capturando dados enquanto as imagens eram feitas? Segundo a própria empresa, isso aconteceu porque os carros utilizam uma tecnologia de transmissão de dados que é responsável pelo envio das fotografias para servidores remotos.
E foi por meio desses equipamentos que os carros do Google Street View teriam se conectado às redes sem fio brasileiras, fazendo com que alguns dados acabassem sendo capturados. Ainda é necessário ouvir a versão oficial da Google para que possamos dizer exatamente qual era a natureza desses dados coletados.
Fonte: Folha


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terça-feira, 16 de julho de 2013

Novo tipo de blitz pretende despistar apps de localização

Por Rafael Gazzarrini em 15 de Julho de 2013

Novo tipo de blitz pretende despistar apps de localização(Fonte da imagem: Reprodução/G1)
Se você já é um motorista ou tem o costume de andar de carro durante a noite, sabe que há diversas blitzes espalhadas pelas cidades do Brasil todo. O objetivo dessas operações é o de encontrar irregularidades nos veículos ou nos próprios condutores (como a embriaguez), de maneira que a lei seja cumprida e a vida de outras pessoas protegida.
Contudo, você pode encontrar diversos aplicativos para smartphone que identificam a localização dessas blitzes, permitindo que o infrator siga uma rota que desvie dessas verificações — atitude que pode ser bem perigosa. Para que isso não continue acontecendo, um novo tipo de blitz que consegue escapar desses softwares está sendo testada.

Ideia simples e eficiente

A nova maneira de realizar a fiscalização está sendo testada em Teresina, no Piauí, sendo que o seu funcionamento não tem segredo. Ao redor dos postos fixos de blitz, vão ser posicionadas equipes móveis, com a tarefa de ir ao encontro de motoristas que estão tentando desviar das verificações policiais em ruas secundárias.
Além disso, o inspetor da Polícia Rodoviária Federal Raimundo Rameiro também afirmou que o órgão está procurando medidas jurídicas para punir os desenvolvedores dos aplicativos que têm o objetivo de inutilizar as blitzes, já que o software acaba contribuindo para gerar um trânsito mais perigoso através do comportamento imprudente dos motoristas.
Fonte: G1


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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Brasil quer nacionalizar servidores e preocupa empresas de internet

Por Wikerson Landim em 13 de Julho de 2013

Brasil quer nacionalizar servidores e preocupa empresas de internet(Fonte da imagem: Reprodução/UJS)
Uma proposta de alteração no texto do Marco Civil da Internet pode mudar completamente a atuação das empresas de tecnologia no Brasil. Preocupado com as consequências do Prism, o governo brasileiro deve propor a nacionalização do armazenamento de dados – o que deve gerar uma série de transtornos e problemas para empresas e consumidores.
Segundo a ministra das Relações Institucionais no Brasil, Ideli Salvatti, os dados que circulam por aqui não devem ser armazenados em outros países, “sem controle da nação brasileira”. Para se ter uma ideia do impacto de uma medida como essa, sites como o Google e o Facebook, que têm os seus bancos de dados fora do país, poderiam ser forçados a se retirar do mercado brasileiro.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sugere replicar os servidores no Brasil. “Estabelecer uma política e dar um prazo para que os grandes datacenters sejam replicados aqui dá condições de exigir o cumprimento da legislação que protege a privacidade dos cidadãos”, completa.

Tecnicamente difícil

É difícil mensurar o impacto que uma medida como essa pode ter na vida do consumidor brasileiro. Os dados das pessoas que residem em um país não estão, necessariamente, armazenados no mesmo país. Assim, mesmo aqueles cidadãos que moram nos EUA podem ter seus dados armazenados em servidores espalhados pelo mundo.
Os principais portais brasileiros – e mesmo sites menores – muitas vezes optam por contratar servidores cuja base está localizada fora do país. Nos Estados Unidos, por exemplo, o custo de armazenamento é muito mais baixo do que aqui, uma vez que há uma oferta muito maior de serviços do gênero.


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