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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Como impedir que os anunciantes monitorem sua atividade na internet

Por Caroline Hecke em 5 de Agosto de 2013

Como impedir que os anunciantes monitorem sua atividade na internet(Fonte da imagem: Shutterstock)
Você já deve ter notado que, após pesquisar sobre determinado produto em sites de compras, a sua navegação na web passa a mostrar enxurradas de anúncios com aquele item ou similares. Isso acontece por causa da segmentação de anúncios com base em sua navegação.
Os anunciantes ficam de olho em tudo o que você faz na rede para, em seguida, oferecer produtos e serviços que interessem você. Mas existem maneiras de melhorar sua lista de interesses ou cancelar o rastreamento feito.
Atenção: nenhum método garante o sumiço total de propagandas durante a navegação. Eles apenas ajudam você a receber conteúdo mais relevante – ou a parar de visualizar anúncios que não são de seu interesse, mas que sempre aparecem na sua tela. As indicações abaixo também não garantem que você vá deixar de receber anúncios repetitivos, afinal, nem sempre aquela propaganda insistente foi parar em sua página por um rastreamento de dados e pode ser somente um anuncio aleatório.

Limpando as configurações


Como impedir que os anunciantes monitorem sua atividade na internet
A primeira ação para melhorar a sua navegação é abrir este link. O sistema da adchoices faz uma busca em seu sistema e permite que você retire as opções de rastreio que desejar. Para isso, é só aguardar enquanto o serviço faz a varredura e, em seguida, selecionar o botão “Continue”.
Como impedir que os anunciantes monitorem sua atividade na internet
Ali, aparece uma lista com todos os serviços de rastreamento que podem estar ativos em seu computador. Você pode escolher um a um ou apenas clicar em “Select All Shown” e, em seguida, confirmar a exclusão em “Submit your choices”. A limpeza é feita automaticamente, mas os cookies devem voltar ao seu navegador conforme você navega, por isso é preciso repetir o processo com certa frequência.

Configure sua conta no Google

Se você está sempre conectado em uma conta Google, é bastante provável que anúncios da empresa já tenham invadido a sua tela, seja no Gmail ou no próprio buscador. A princípio, a Google cria um perfil com base no rastreamento de informações, histórico de navegação e conteúdo que aparentemente é relevante para você, mas é possível alterar isso, já que a empresa tem um sistema próprio bastante prático para controlar seus assuntos de interesse.
Como impedir que os anunciantes monitorem sua atividade na internet
Abrindo a central de Preferências de anúncios do Google, você pode alterar dados como sexo, idade e idiomas, o que ajuda a Google a entregar anúncios que combinem mais com o seu perfil. Outra possibilidade é clicar em “Editar” na barra de “Interesses”. Assim, você pode eliminar ou adicionar assuntos sobre os quais quer receber informações ao longo da navegação.

Mudando configurações no Google Chrome

Se você usa o Google Chrome, também pode bloquear o acesso à coleta de informações, impedindo que seus hábitos na rede sejam coletados. São quatro passos simples que você pode conhecer a seguir:
Como impedir que os anunciantes monitorem sua atividade na internet
Acesse a aba de configurações. Em seguida, role até o final da página e clique em “Mostrar configurações avançadas”.
Como impedir que os anunciantes monitorem sua atividade na internet
Na lista “Privacidade”, escolha “Enviar uma solicitação para ‘Não rastrear’ com seu tráfego de navegação”. Confirme a opção e pronto! Mais uma vez, é necessário lembrar que nem sempre um sistema responde de forma adequada a esse tipo de solicitação e isso não é uma garantia do fim de anúncios indesejados.


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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Facebook: como saber se sua conta foi infectada pelo Clickjacking

Por Caroline Hecke em 2 de Agosto de 2013
Se ultimamente o seu perfil no Facebook começou a mostrar publicações que não foram feitas por você, com conteúdo inadequado e SPAM, tenha certeza que sua conta foi infectada por Clickjacking.
Ele passa a afetar sua conta no momento em que algum contato já infectado compartilha conteúdos atrativos falsos (geralmente ligado a escândalos ou mortes de celebridades) em formato de vídeo. Ao clicar no play, você não visualiza qualquer vídeo, já que tudo não passa de uma armadilha, e a sua conta é instantaneamente infectada.
Mas o que fazer assim que a sua conta for atingida pelo golpe? Aqui vamos mostrar como você pode descobrir o que aconteceu em seu Facebook e o passo a passo para se livrar do conteúdo (impedindo que mais contatos caiam na roubada).

Exclua o conteúdo indesejado

Facebook: como saber se sua conta foi infectada pelo Clickjacking
O primeiro passo para tudo é eliminar os posts que apareceram na sua timeline. Para isso, abra o seu perfil no Facebook e, ao passar o mouse sobre a publicação, clique no botão que aparece no canto superior direito da postagem. Clique em “Excluir” e confirme a ação.

Apague ações feitas por invasores

Facebook: como saber se sua conta foi infectada pelo Clickjacking
Em seguida, clique no botão “Registro de atividades”, no canto superior direito da página. Ali, você pode conferir as ultimas ações realizadas na sua conta. Confira ali se existe alguma atividade que não foi realmente feita por você, como conteúdos curtidos ou links que não foram postados por você.
Facebook: como saber se sua conta foi infectada pelo Clickjacking
Caso isso tenha acontecido, clique no pequeno lápis que aparece ao lado direito da publicação e clique em “Desfazer”.
Facebook: como saber se sua conta foi infectada pelo Clickjacking
Você também deve conferir a lista de aplicativos autorizados ao clicar no botão “Apps” da barra lateral. Caso tenha algum aplicativo desconhecido ali, revogue a autorização.


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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Facebook é líder entre redes sociais em 127 de 137 países contabilizados

Por Leonardo Müller em 1 de Agosto de 2013

Facebook é líder entre redes sociais em 127 de 137 países contabilizadosCrescimento em 4 anos do Facebook pelo mundo. (Fonte da imagem: Reprodução/VincosBlog)
Que o Facebook é líder de audiência entre as redes sociais no Brasil e em praticamente todo o mundo, você deve saber há algum tempo. Mas para deixar o império de Zuckerberg ainda mais impressionante aos seus olhos, o VincosBlog resolveu criar essas imagens que você confere. A primeira, de junho de 2009, e a segunda, de junho de 2013, deixam bem claro como a expansão aconteceu rápido.
Em 2009, o Facebook tinha uma infinidade de concorrentes que dominavam pelo menos um país quando o assunto era quantidade de usuários nas redes sociais. Brasil, Paraguai e Índia, por exemplo, ainda preferiam o Orkut e alguns outros países da América Latina estavam na onda do Hi5.
Facebook é líder entre redes sociais em 127 de 137 países contabilizadosConfira a evolução temporal da dominação do Facebook. (Fonte da imagem: Reprodução/VincosBlog)
Alguns anos depois, todas as Américas já tinham aderido ao Facebook completamente. A Europa, África e Ásia também já estavam quase completamente “dominadas”, salvo algumas exceções, como Rússia e China.
No fim das contas, o Facebook conseguiu ser a rede social mais utilizada em 127 dos 137 países contabilizados pelo blog, contando com uma audiência muito maior que seus concorrentes.
Fonte: VincosBlog


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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!

Por Caroline Hecke em 31 de Julho de 2013

Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!(Fonte da imagem: Reprodução/The Telegraph)
Você senta em um bar e observa as pessoas. Qual comportamento é o mais comum? Provavelmente, você vai descobrir que em todas as mesas existe uma ou mais pessoas que não largam o celular.
Seja para conferir suas redes sociais, ficar de olho em ligações, publicar fotos no Instagram ou fazer checkin no Foursquare: é difícil encontrar pessoas que não estão viciadas em tecnologia de alguma forma. Com a criação de gadgets cada vez mais portáteis e a integração de sistemas digitais em objetos do dia a dia (como o Google Glass), esse vício será cada vez mais comum.
Pesquisas já comprovaram que o vício em tecnologia pode ser semelhante ao vício causado por drogas, e a fixação por estar grudado no celular já tem até nome: nomofobia. Cientistas afirmam que em casos mais graves de vício as pessoas passam a sentir sensação de pânico, confusão mental e isolamento extremo.
Para quem fica longe da tecnologia, a sensação pode ser de ansiedade e depressão. Ao longo de pesquisas, uma universitária norte-americana confessou que seu desejo de estar “online” poderia ser comparado às crises de abstinências de pessoas viciadas em crack.
Já sabemos que o excesso de conexão pode ser prejudicial, mas como podemos diminuir o vício e passar a viver de uma maneira saudável? Neste artigo, nos propomos a mostrar para você algumas das possibilidades para quem quer entrar em um processo de desintoxicação.

Como saber se estou viciado?

Segundo o psiquiatra e especialista no assunto, Richard Graham, alguns dos sintomas são simples de serem identificados e funcionam como um alerta de que tem algo de errado na forma como o indivíduo consome conteúdo digital. Graham faz parte da equipe da clínica Tavistock and Portman, em Londres, que conta com projetos específicos para o tratamento de pessoas viciadas em redes sociais.
Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!(Fonte da imagem: Reprodução/HelpGuide)
Ele diz que recebe cerca de 100 pacientes com a síndrome todos os anos. Grande parte deles apresenta uma disfunção em situações simples do dia a dia, como adiar o horário das refeições, deixar a alimentação e a ingestão de líquidos de lado, dormir muito tarde e faltar a encontros ou chegar atrasado a compromissos, tudo para ficar mais tempo em frente ao computador.
O problema é tão grave que chega a afetar crianças. O programa de tratamento de Graham vem ajudando pais e mães de bebês que não conseguem se desgrudar de tablets e computadores, o que vem se transformando em obsessões incontroláveis dos pequeninos. Além da troca de atividades físicas e brincadeiras mais saudáveis, as crianças passam a apresentar um comportamento agressivo desproporcional à sua idade.

Mudando a rotina

O tratamento na Tavistock and Portman é radical. Tudo começa com um tratamento de choque: a abstinência total. Em seguida, são estabelecidos horários para que a pessoa volte às atividades aos poucos, com um limite diário.
Gemini Adams, escritora e viciada confessa, trata a sua compulsão pelo acesso a redes sociais trocando estes momentos por atividades saudáveis, como a yoga. Atualmente, ela passa apenas 30 minutos por dia em frente ao Facebook e permanece 24 horas sem internet em ao menos um dia na semana.
Ela diz que percebeu a necessidade de um tratamento quando constatou que, ao trabalhar, tentava abrir a rede a cada 20 minutos, mas, a cada vez que fazia isso, ela perdia mais de 30 minutos do dia em meio a distrações. Adams, que já foi fumante, diz que a sensação de abstinência é bastante parecida em ambos os casos. Ela, que é escritora, recentemente lançou um livro chamado “A Dieta do Facebook”.
Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!(Fonte da imagem: Reprodução/HowZzDat)
Para quem reconhece o problema e quer deixar de lado o vício, especialistas sugerem uma série de comportamentos. Uma das formas mais simples é preencher este tempo com outras atividades e hobbies.
Você pode, por exemplo, deixar de lado seus gadgets e tentar praticar atividades físicas e esportes, como a corrida, natação, futebol etc. Assim, você terá um tempo semanal (ou diário) para relaxar, manter a mente ocupada e evitar o contato com aparelhos eletrônicos.
Isso também vai ajudar a determinar uma rotina, o que, segundo pesquisadores, é a forma mais garantida de abandonar o vício. Para isso, você deve estipular um período diário de acesso a cada site, jogo, ferramenta ou, até mesmo, seu tempo-limite para uma jogatina. Isso vai evitar que você se empolgue e só perceba o quanto está envolvido no meio da madrugada, depois de perder horas distraído.

Use a própria tecnologia para combater o vício

Pode parecer paradoxal, mas a verdade é que alguns vícios podem ser controlados com o uso da própria tecnologia. Se o seu problema é estar viciado no Facebook, por exemplo, você pode fazer o bloqueio dele (e de qualquer outro site) seguindo este simples tutorial.
O tratamento de choque pode ser uma boa alternativa e ajudar a controlar sua compulsão pelo acesso. Outra ideia é apagar os aplicativos de acesso a redes sociais em seus gadgets. Embora não seja um corte definitivo no acesso, a atitude ajuda a diminuir a compulsão de “só mais uma olhadinha”.
Outra ideia é pedir que alguém conhecido (um bom amigo, seus pais ou seu cônjuge) mude suas senhas de redes sociais e email, garantindo que você tenha acesso somente quando for necessário. Você também pode fazer isso com a proposta de passar por um período de desintoxicação para voltar a usar os serviços de forma moderada.
Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!(Fonte da imagem: Shutter Stock)
Se o seu problema é muito grave, seu vício é prejudicial e nada disso funcionou, você pode tomar atitudes mais drásticas, como desativar (ou até excluir) contas em redes sociais, trocar seu celular por um aparelho mais simples, sem acesso à rede, ou se livrar de consoles e games que fazem você perder horas na vida real para ficar em frente ao computador.
Lembre-se: para os mais aficionados, isso tudo pode parecer loucura e pode ser até comparado com um suicídio social, mas, depois que você estiver um pouco mais distante deste universo, vai perceber que a diminuição do uso de tecnologias não é um bicho de sete cabeças.

Uma rede social contra as redes digitais

Algumas ferramentas específicas já começam a surgir para ajudar você a ficar longe das tentações e viver mais fora das telas de computadores e aparelhos eletrônicos. Um ótimo exemplo disso é o Diga Olah!
O projeto brasileiro consiste em um aplicativo baseado em interações sociais que mistura algumas funções conhecidas no Foursquare com a possiblidade de enviar mensagens a outros usuários. Basicamente, você ganha a possibilidade de mandar cartões, recados e conteúdos diversos para quem quiser, mas, para que a pessoa receba, é necessário que ambos estejam fisicamente no mesmo lugar.
Jean Hansen é um dos criadores do sistema e, em entrevista ao Tecmundo, ele diz acreditar que essa seja uma forma de incentivar o convívio social e a interação na vida real. Para motivar mais ainda os usuários, o Diga Olah! conta com um ranking que pontua e destaca aqueles que fazem mais atividades pessoais fora da rede, levando em conta o número de encontros feitos com o app.
“Com o excesso da tecnologia, estamos sempre ligados em tudo o que está acontecendo, mas existe uma consequência: isso faz com que as pessoas estejam se afastando, ficando sedentárias e até perdendo a atenção e a concentração no dia a dia”, diz Hansen.
“Alguns pesquisadores falam que é necessário cortar a tecnologia, mas hoje em dia é impossível ficar sem o contato virtual. O que nós precisamos, é saber a hora certa de desconectar. Então, a nossa solução foi usar a própria tecnologia para aproximar as pessoas no mundo real.” O aplicativo ainda está em fase final de desenvolvimento e a previsão de lançamento é para outubro deste ano.


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